quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Cromeleque dos Almendres


Cromeleque dos Almendres
Este monumento pré-histórico fica situado na Herdade dos Almendres, na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, concelho de Évora, a pouco mais de uma dezena de quilómetros da cidade.


        É formado por cerca de uma centena de “menires” de formas e dimensões diversas e a sua instalação ocorreu na época Neolítica (provavelmente algures entre o VI e o V milénios a. C.).


No meio do montado, numa encosta de declive suave, virada a leste, surge um recinto onde os "menires" se dispõem de forma aproximadamente elipsoidal, ao longo de um eixo orientado no sentido leste-oeste. Alguns destes monólitos apresentam-se decorados com relevos ou gravuras que a erosão torna já pouco visíveis.




A este recinto megalítico é atribuído uma simbologia ligada ao culto da fertilidade, sendo também considerado um primitivo observatório astronómico. 







É tido como um local onde, há milhares de anos, as comunidades pastoris se reuniam para celebrar os grandes ciclos da natureza.
Actualmente, algumas pessoas continuam a considerar este cromeleque como um local sagrado e celebram aqui o culto da Mãe-Terra e a sua harmonia com o ritmo do Cosmos, realizando alguns rituais por altura dos equinócios, solstícios, eclipses e ainda cerimónias de meditação nas noites de Lua Cheia.



Parte deste texto teve por base a informação disponibilizada no painel que se encontra no recinto megalítico e em  http://www2.cm-evora.pt/arqueologia/almendres.htm. As fotografias que não são de nossa autoria estão devidamente identificadas.




segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Alentejo

A luz que te ilumina,
Terra da cor dos olhos de quem olha!
A paz que se adivinha
Na tua solidão
Que nenhuma mesquinha condição
Pode compreender e povoar!
O mistério da tua imensidão
Onde o tempo caminha
Sem chegar!...
Miguel Torga

















domingo, 19 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Árvores do Alentejo

Árvores

 azinheira

Uma árvore que cai,
faz mais barulho
que uma floresta
que cresce!
Proverbio chinês




azinheiras

sobreiro

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Cores de Inverno

    Quando o cinzento nos invade e parece querer tomar conta do tempo e de nós, valem uns apontamentos de cor das flores das plantas silvestres ou apenas um sorriso de quem partilha este caminho da vida connosco!             M.





margaça-de-inverno

narcisos silvestres(campainhas amarelas)

tojo em flor

flores de amendoeira








quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Cores de Inverno

Nos campos do Alentejo

Antes da chuva...

Depois das primeiras chuvas, tudo se transforma...









segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Moura

Castelo de Moura
Torre do Relógio

A Torre do Relógio, cuja construção se julga ser do século XVI, sofreu alterações no final do século XIX. Foi-lhe acrescentado um torreão quadrangular onde foi instalado um relógio que se manteve em funcionamento até ao início dos anos 80 do século passado. A torre foi restaurada em 2012 e a subida ao torreão vale bem  a pena!
Do alto, a vista espraia-se pelos campos da planície alentejana. 
Podemos apreciar a Igreja de São João Baptista e as cegonhas a nidificar no seu telhado.
 Além de uma bela vista geral do castelo podemos apreciar os telhados vermelhos e o branco da cal das casas da cidade.
R&M

Informações recolhidas e adaptadas de um folheto editado pela Câmara Municipal de Moura